
Vidas de rua em rua. Noites passadas em tantos frios bancos que conhecem de cor.
A cor fugiu-lhes a muito do rosto. Nos olhos apenas uma ínfima réstia de uma chama quente e viva que outrora brilhou.
Álcool, droga, Pobreza, solidão. Companhia das horas mortas, nos cantos das metrópoles, entre o sustento dos caixotes, lutando,e por vezes pouco, pelo ar que respiram.
Mendigar é o dia a dia, pouco importa o que pensam os senhores das malas de couro que passam apressados na sua bolha inviolável de coração duro.
E quando a avidez de uma qualquer estação não da tréguas aos que tem o céu como tecto, abrigam-se debaixo dos caminhos dos donos do mundo.(...)
E nos que nos dizemos tão civilizados, tão possuidores da razão, ainda lhes passamos ao lado, ainda nos afastamos o mais possível, ainda ignoramos uma cara suja num corpo definhado, um olhar consumido pelas expectativas de um mundo melhor... que nunca chega! que nunca vai chegar para eles.
Porque não tem direito a digna vida? porque não tem dinheiro, posses, ou qualquer outro bem? Porque não tem pai, mãe, família? São filhos da rua!
Filhos de quem?!
A cor fugiu-lhes a muito do rosto. Nos olhos apenas uma ínfima réstia de uma chama quente e viva que outrora brilhou.
Álcool, droga, Pobreza, solidão. Companhia das horas mortas, nos cantos das metrópoles, entre o sustento dos caixotes, lutando,e por vezes pouco, pelo ar que respiram.
Mendigar é o dia a dia, pouco importa o que pensam os senhores das malas de couro que passam apressados na sua bolha inviolável de coração duro.
E quando a avidez de uma qualquer estação não da tréguas aos que tem o céu como tecto, abrigam-se debaixo dos caminhos dos donos do mundo.(...)
E nos que nos dizemos tão civilizados, tão possuidores da razão, ainda lhes passamos ao lado, ainda nos afastamos o mais possível, ainda ignoramos uma cara suja num corpo definhado, um olhar consumido pelas expectativas de um mundo melhor... que nunca chega! que nunca vai chegar para eles.
Porque não tem direito a digna vida? porque não tem dinheiro, posses, ou qualquer outro bem? Porque não tem pai, mãe, família? São filhos da rua!
Filhos de quem?!
Um formoso menino estava mesmo alí
ResponderEliminarTocou de leve o lado esquerdo do meu peito
Olhou-me com um luminoso sorriso
Deixou-me sem fala, sem jeito
Deixou-me no apagar de uma vela
Olhei novamente o mar
A calmaria voltou como por encanto
Mil criaturas inundaram-me o olhar
Golfinhos felizes assobiaram
A cria de uma baleia acenou-me
Uma andorinha do mar poisou no parapeito da janela
Uma maravilhosa e antiga história sussurou-me
As estrelas brilharam no celeste
A Lua estendeu seu manto de fino lusr nesta cena
Adormeci na imensidão deste mundo
No embalo de...Uma Noite Serena...
Uma noite serena
Um bom final de ano e luminoso 2010
Um terno beijo
Txi , calma com essas palavras ZZ é triste este mundo é verdade, mas nao vamos comecar a falar sobre isso senao nunca mais daqui saimos, ahah :p
ResponderEliminarObrigada :)
ResponderEliminarEspero que tenhas um ano em grande e que também sejas feliz!
Beijinhos!
bem verdade este teu texto, e cada vez mais existem filhos de rua.. Pessoas que se perdem neste mundo de misérias...
ResponderEliminarMuito bonito mesmo :)
Obrigado e beijinho*
Bom,...não sabemos de quem sao filhos, mas sabemos que são nossos irmaos tb!
ResponderEliminarINté!
Desde a passagem de ano que posso dizer que nao gosto de falar contigo, ahahah (a)
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