quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Eu-Fantoche


Há dias em que me sinto um fantoche.
Ando de mão em mão, e nunca encontro dono.
Sou submissa ao controle, propicia ao abandono.
Sou controlada pelas vontades de quem não me quer mais do que para brinquedo.
Sou Fantoche-Humano num teatro de marionetas.

7 comentários:

  1. Ah mas esta calmaria aprisionada
    Sobe ao celeste um frio arrepio
    Entre o mar e as negras pedras
    Vive um coração de onde escorre um rio
    Onde moram sereias douradas
    Onde os peixes falam de amor
    Onde as pedras são felizes
    Onde as águas lavam o rancor


    Boa semana


    Doce beijo

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